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 Alma Livre em programa de Rádio Gringo

"Suffolk n Cool "

 

 


Alma Livre no Programa Ondas

TVE     Maceió - Al

Canal 03

Programa ONDAS

Dar voz e vez à música alagoana e de outras regiões do país. Esse é o objetivo do Projeto Ondas, nova atração da TV Educativa de Alagoas (TVE), que leva ao ar programas de curta duração com exibição de trechos de shows e apresentações de músicos e bandas, sejam iniciantes ou que já estejam com o pé na estrada há algum tempo.


 

Jornal Acontece 20/ 02/ 2011

Acontece na Cultura 1º Festival “Rock Rio do Azeite” superou as expectativas de todos 

Destaque Alma Livre

 


 

Ouça o podcast com a banda Alma Livre

acesse o link: http://webradio.ipso.org.br/player.php?id=378

Progama gravado em 07/11/2008

 


 

Entrevista para o Agenda Brasil (Dezembro/2010):

 

A mais completa agenda de shows no Brasil

 

Banda Alma Livre

 

 
Por: Alexandre de Souza

AGENDA BRASIL. Nos conte um pouco sobre como a banda se formou. E suas principais influências.

ALMA LIVRE: Bem , no final dos anos 90 , eu , Alves, trabalhava como guitarrista na noite e músico de apoio para bandas e cantores, foi nessa época que conheci o Chicão e o Gilvan, começamos a tocar juntos e eu já tinha planos de investir em música própria, já tinha muita coisa escrita ,convidei o meu irmão Naldinho , mais tarde o Sabiá , e assim nasceu a Alma Livre. No inicio além das músicas próprias , que eram reggae , nos shows tocávamos muito Bob Marley, Gilberto Gil, Alfa Blond entre outros, nossas influencias foram basicamente estas.

AGENDA BRASIL. Pelo que já conversamos, o estilo no inicio da banda era basicamente o Reggae Roots, atualmente vocês resolveram diversificar e incorporar o pop rock, mpb, alternativo, etc. Por que essa mudança no novo trabalho de vocês?

ALMA LIVRE: Passamos 6 anos trabalhando com reggae, mas durante esse tempo escrevemos músicas em outros estilos que também nos agradam muito, em 2006, gravamos um CD , (Hoje Eu Sei) e esse CD acabou indo parar na Itália através de um amigo, foi quando recebemos a proposta de uma empresa de turismo Italiana , para fazer alguns shows por la, no final, não conseguimos fechar o negocio por causa de documentação, contudo essa experiencia nos motivou a pensar mais em fazer músicas que pudessem ser ouvidas por todos e não só por uma tribo, continuamos amando o reggae , mas reconhecemos a força da música independente do estilo.

AGENDA BRASIL. Falando em diversidade, por que compor em português, inglês e espanhol?

ALMA LIVRE: Achamos que em pouco tempo isso será muito comum e necessário a todos que queiram compor músicas, a cada dia o uso de outros idiomas se torna inevitável, e isso aproxima de certa forma as pessoas, e é isso que achamos que a arte deve fazer , aproximar pessoas.

AGENDA BRASIL. Sabemos da dificuldades de ser um artista independente no Brasil. Quais dificuldades e vitorias que vocês tem enfrentado no decorrer de suas carreiras e na produção e divulgação de seus álbuns?

ALMA LIVRE: A principal dificuldade é justamente a divulgação do trabalho de forma realmente satisfatória, os gastos envolvidos nisso são muito altos pra quem esta só, e todo mundo quer pegar o bonde andando, ninguém quer ajudar a empurrar , mas nesses dez anos de estrada temos conseguido aos trancos e barrancos muitas coisas boas, muitos amigos, muita experiencia de vida, e a satisfação de estar sendo sincero e verdadeiro com a arte e com o público.

AGENDA BRASIL. E como tem sido a repercussão de seu novo trabalho?

ALMA LIVRE: Acabamos de gravar , e estamos muito entusiasmados com este disco, ele retrata a nossa historia, a nossa luta o nosso esforço, e só por isso já valeu todo o sacrifício, esperamos que as pessoas sintam ao ouvir, o mesmo que nós sentimos quando tocamos, amor, alegria , paz ....

AGENDA BRASIL. Como é a receptividade do publico em um show ao vivo diante de um repertório relativamente ainda desconhecido das grandes massas?


ALMA LIVRE: Tem sido muito boa a receptividade do público, apesar de serem músicas ainda desconhecidas.

AGENDA BRASIL. Voltando as suas músicas, vocês seguem alguma fórmula ou temática para seus álbuns?

ALMA LIVRE: Não, nós fazemos aquilo que estamos sentindo no momento, tanto nas composições quanto na elaboração de um álbum.

AGENDA BRASIL. Algum recado para aquelas pessoas que ainda não conhecem seu trabalho e para aqueles que já são seus fãs?

ALMA LIVRE: Aos que ainda não conhecem só temos um pedido a fazer, "por favor conheçam" rsrsr aos que já conhecem "por favor continuem conhecendo" rsrs e que Deus esteja com todos vocês, grande abraço.

AGENDA BRASIL. Parabéns pelo trabalho e principalmente pelo empenho de continuar batalhando em frente a um mercado fonográfico aonde somente há espaço para as músicas ditas comerciais. Obrigado pelo tempo, pelo papo e desejamos muito sucesso a vocês.
 
Link: http://agendabrasil-shows.blogspot.com/2010/12/2-parte-conheca-banda-alma-livre.html

 

 

Destaque no Palco Principal - Portugal (24/11/2010)

 


 

Entrevista para WebRádio Ilha (Março/2010):


 

 

Por Marcio Figueiredo

Em mais uma surpresa que a Webrádio Ilha tem me proporcionado, conhecí recentemente a banda Alma Livre. Posso dizer que dessa vez, não é um achado da rádio pois o tecladista Naldinho se cadastrou no site e pude assim conhecer um pouco mais de um reggae livre, sem preconceitos que vive fazendo através do entretenimento, suas tentativas para um mundo melhor. De imediato, percebí que a banda se encaixava na proposta da rádio. Sabemos que a música autoral no Brasil tem pouquíssimos espaços, resolvemos então, fazer uma entrevista com a banda e assim, ajudar na difícil tarefa de levar a frente mais um trabalho próprio em nosso país de contrastes. Em contato conosco, estiveram o vocalista e guitarrista Alves, que também é o compositor e o Naldinho que nos atendeu com aquela energia positiva peculiar aos músicos sinceros e honestos com sua própria música. Porém, para uma banda com nove anos de existência, podemos creditar as respostas ao conjunto. Conheça então um pouco da banda Alma Livre.


WEBRÁDIO ILHA - Para você o que mais caracteriza o reggae roots?

ALMA LIVRE - Nós do Alma Livre, achamos que, o que caracteriza o reggae roots é a sua simplicidade somada a necessidade de expressar os sentimentos mais sinceros de um povo, tribo ou nação, muitas vezes oprimidos não apenas pelo sistema, mas pela pobreza, pela miseria, pela falta de amor e justiça.

WRI - Existe algum propósito maior em tocar no Alma Livre e qual seria a maior ambição da banda?

AL - Nosso propósito como banda, é levar a nossa música ao alcance de todos, com respeito pela inteligência de quem nos ouve, com empenho, dedicação, prazer, alegria e gratidão pela vida.

WRI - No último novembro a banda completou nove anos de existência e sabemos que dar continuidade a um trabalho musical no Brasil é uma tarefa árdua. O que vocês costumam fazer para manter o entusiasmo em tocar?

AL - Temos em nós que, apesar dos problemas e dificuldades, quando se busca algo na vida além do que pode ser visto ou tocado, quando seus verdadeiros valores estão acima daquilo que pode ser comprado ou vendido, quando você cultiva em sí a certeza de que Deus esta ao nosso lado, então tudo fica mais fácil.

WRI - O cenário do reggae roots brasileiro é promissor? Conte-nos um pouco sobre lugares disponíveis, união entre bandas, aceitação de público e mais possíveis orientações que só uma banda com nove anos de estrada possa passar aos mais novos.

AL - O cenário reggae roots no Brasil, não é exatamente o que se pode chamar de promissor, reggae roots enfreta muitos desafios, preconceitos, falta de credibilidade por parte das gravadoras e por consequência da própria midia, o que acaba excluindo e confinando o reggae cada vez mais dentro de pequenos guetos e tribos, claro que há muita gente empenhada em mudar esse quadro, porém a união entre as bandas no Brasil é muito escassa, todos querem a fatia maior pra sí mesmo, sem se dar conta que no final todos acabam perdendo. E para as bandas novas que estão surgindo, nosso recado é que procurem produzir arte com sabedoria com respeito, não apenas pra tirar onda, mas para expressarem seus sentimentos, idéias e sugestões através da música útil e inteligente.

WRI - O site da banda informa que vocês tiveram mais de 3000 downloads completos num site europeu de música livre e que receberam propostas fora do país. Como foi o tramite dessa iniciativa em disponibilizar a música de vocês para um foco de público internacional? Quero dizer, como escolheram o site de download? É preciso saber outra lingua? A expectativa de retorno foi alcançada?

AL - Bem, no final de 2006, gravamos o cd Hoje Eu Sei, que era mais uma demo na verdade, não tinhamos intenção de comercializá-lo, começamos a divulgar e mandamos pra alguns produtores estrangeiros, logo recebemos a proposta e convite de um site europeu para disponibilizar nossa música na web, e assim fizemos, alguns dias depois recebemos o convite para uma mini turne na França e Itália, o que acabou não se concretizando por conta de alguns compromissos já firmados aqui, e prazos muito curtos para envio de documentação, nossas expectativas com a disponibilizaçao foram superadas, com todos os contatos e convites que continuamos recebendo, o fato de falarmos outros idiomas nos ajudou muito a manter um contato mais direto com pessoas do mundo inteiro que curtem nossa música.

WRI - Outra questão que aflige muito as bandas brasileiras é a troca de componentes. Vocês já tiveram problemas com isso? A formação é a mesma nesses nove anos de vida?

AL - Essa questão aflige não só as bandas brasileiras, é comum receber notícias de bandas no mundo inteiro se desfazendo ou trocando integrantes, o Alma Livre com exceção do batera, que já é o quarto ou quinto, tem a mesma formacão desde o início, é certo que este é um dos grandes problemas que muitas bandas enfrentam, tanto bandas novas quanto bandas já consagradas. Com as bandas novas o problema é maior, o início de carreira é muito dificultoso e muitos integrantes acabam se desanimando e consequentemente desistindo.

WRI - Em relação a shows, quais os principais festivais vocês participaram? Já tocaram com alguma atração internacional ou consagrada no Brasil? Existe algum show em especial que vive no coração do banda? O show do video "culpados" disponivel no youtube me pareceu uma apresentação inesquecível, isso confere?

AL - Bem já tocamos com muita gente ao longo desses anos, em alguns festivais e eventos como Festivais de Verão e Inverno - Litoral Norte, em Bertioga, Festival Tocando na Vila - Sesc Vila Mariana, Os Melhores do Reggae - Expresso Brasil em São Paulo - , Projeto Reggae S.Miguel, entre outros, ao lado de bandas como O Rappa, Tribo De Jah, Alfa Blonde e Planta e Raiz. O show culpados, foi realmente um show muito importante pra nós, e apesar da falta de estrutura e recursos, ele acabou nos proporcionando muita alegria e satisfação.

WRI - Vocês foram selecionados ano passado pelo Programa do Luciano Huck para participarem do quadro "Olha minha banda". Eu considero um privilégio considerável a julgar pelo numero de bandas existentes no Brasil. Que tipo de retorno direto no trabalho da banda, vocês sentiram com essa seleção?

AL - Nós ficamos muito felizes e surpresos, em uma semana os acessos nas páginas da banda quadriplicaram, recebemos mensagem, elogios e apoio do Brasil inteiro, foi muito importante para nós, acreditamos que bons frutos ainda virão através do programa do Hulk, estamos contando com o apoio desse gigante para divulgação a nível mundial do nosso trabalho, principalmente nesse ano de 2010 que acreditamos será um ano de muitas realizações para nós.

WRI - Pra terminar, o que o Alma Livre planeja para o ano de 2010?

AL - Agora em 2010, estamos lançando nosso novo disco, gravado em inglês e espanhol, um disco cheio de novidades e surpresas, que com certeza criarão muita polêmica entre as tribos por não ser um disco tradicional de reggae, mas mais um apanhado de vários ritmos e estilos, valorizando a liberdade de expressão com responsabilidade, mantendo o foco filosófico social, caracterizando e fazendo jus ao nome Alma Livre.
 


OVERMUNDO

 


Destaque no site do Caldeirão do Hulk - Banda da Semana (Outubro/2009)

 


 essasbandas.com.br  (Setembro/2009)

continuação do texto:

A banda foi formada no fim do ano 2000 e conta com Alves (voz e
guitarra), Gilvan (baixo), Naldinho (teclados), Chico (teclados),
Kleberson (bateria) e Sabiá (percussão). Para saber mais sobre eles,
ouvir as músicas e assistir os vídeos basta clicar nos links abaixo,
como você pode notar, não faltam canais de informação sobre a banda.
Nota 10!


 

Alma Livre no Reggae-live.com

(Maio/2007)

 


Entrevista para o Cantina Wiki (Setembro/2009):

 
CW: Como e quando surgiu a banda Alma Livre?

R. Em Novembro de 2000, o músico e compositor baiano Alves, influênciou seu irmão Naldinho a tocar um instrumento e dar inicio a formação de uma banda, alguns meses depois  reencontrou, tocando na noite, seus antigos amigos Chicão, Gilvan e Sabiá, e os convidou para juntar-se a eles e formar a banda Alma Livre. Nestes anos de estrada passaram pela banda varios bateristas até a chegada do Kleberson o atual baterista da banda.

CW: Qual a razão do nome da banda?

Para expressar a necessidade de liberdade que o próprio nome sugere, o livre arbitrio.
 

CW: No reggae esta pergunta pode parecer óbvia (Bob Marley), mas não custa fazê-la. Quais as influências da banda?

A banda Alma Livre começou  como uma banda de reggae em 2000 ,  gravamos reggae até 2006, de lá pra cá começamos a explorar outras tendências que já existiam dentro da nossa musicalidade brasileira, já tinhamos composições em outros estilos e idiomas como inglês e espanhol. Hoje somos uma banda de música pop, sem um estilo unico definido, gravando desde reggae, rock a ritmos latinos, com influências de bandas e músicos como: Zucchero, Santana, Bob Marley, Luiz Gonzaga, Gilberto Gil, O Rappa, Eric Clapton, B.B.King  entre outros.

CW: Como nascem as letras do Alma Livre?

As letras nascem das reflexões sobre os acontecimentos do dia a dia, dos relacionamentos e da necessidade de levar sempre uma mensagem de esperança e fé nas forças do bem.

CW: Vocês costumam ouvir outros artistas enquanto compõe?

Não.

CW: Existe uma visão, até certo ponto preconceituosa, que liga o reggae à maconha, como vocês enxergam isso?

Realmente há um preconceito muito grande que liga o reggae à maconha, não podemos negar que essa ligação existe, por conta das origens do reggae na Jamaica com os seguidores dos cultos Rastafari que não veem o uso da maconha como algo errado. Nós da Alma Livre também não vemos nada errado nisso, embora nenhum dos sete integrantes da banda faça uso de alcool, tabaco ou maconha.


CW: Alma Livre por Alma Livre:

Alma Livre é a  união de grandes amigos músicos buscando, além de viver do que gostam, contribuir com sua música para um mundo de igualdades, mais alegre e humano

.CW: Qual a maior dificuldade para atingir o sucesso?


As maiores dificuldades para atingir o sucesso ao nosso ver são as dificuldades e os altos custos de divulgação, a falta de apoio real dos órgaos do governo ligados a cultura e a arte e a falta de investimentos por parte das gravadoras e produtoras.

CW: O que poderia mudar para melhorar essa situação? Políticas públicas, maior empenho das gravadoras ou apoio da mídia?

O Brasil até tem algumas leis que ajudam muitos artistas, mas a dificuldade de ser incluido nesses projetos é muito grande e burocratica, o que acaba excluindo muita gente, seria necessário simplificar e expandir a todos esses incentivos por parte do governo, quanto as gravadoras e a mídia, seria bom se hovesse uma abertura e investimento maior às novas idéias e um caminho mais direto pra se chegar até as pessoas que realmente possam fazer algo pela arte e pelo artista.

CW: O que os motiva a continuar tocando para atingir o sucesso?

O que nos motiva a continuar tocando é o desejo de levar a nossa mensagem e a nossa música a todos, de sentir que estamos contribuindo com nossa arte para um mundo melhor, mais alegre, mais fraterno e feliz.

CW: Algum show marcou vocês? Qual?

Um show que nos marcou muito aconteceu em S.Paulo no Centro de Tradições Nordestinas no final de 2007, quando tocamos para um público de 12 mil pessoas cantando conosco durante uma hora e meia todas as nossas músicas.

CW: Algum recado para seus fãs?

Qeremos dizer a todas as pessoas que curtem nossa música, a todos que acompanham nosso trabalho, muito obrigado pelo apoio, pelo carinho e dedicação. Quando paramos para compor uma música, quando fazemos um show, quando gravamos um disco, a nossa maior preocupação é fazer o melhor para oferecer a vocês.

Muito obrigado.

CW: Onde as pessoas podem ver seu trabalho e comprar CDs (Caso haja)? (Sites, blogs, lojas, etc.)

Através do site oficial da banda " http://www.bandalmalivre.com.br " ,
Lojas Johnny B.Good Rua 24 de Maio, 116 -R.Alta - lj 14 e 19 - São Paulo,
Lojas Irie Look Rua dos Nhambiquaras, 1636 Moema São Paulo,
site Tocameusom: http://www.tocameusom.com.br/index.php?option=com_jportfolio&cat=10&project=46&Itemid=123
e site: http://www.direitomusical.com

 


 

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