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Alma Livre em programa de Rádio Gringo
"Suffolk n Cool "


Alma Livre no Programa Ondas
TVE Maceió - Al
Canal 03
Programa ONDAS
Dar voz e vez à música alagoana e de outras regiões do país. Esse é o objetivo do Projeto Ondas, nova atração da TV Educativa de Alagoas (TVE), que leva ao ar programas de curta duração com exibição de trechos de shows e apresentações de músicos e bandas, sejam iniciantes ou que já estejam com o pé na estrada há algum tempo.
Jornal Acontece 20/ 02/ 2011
Acontece na Cultura 1º Festival “Rock Rio do Azeite” superou as expectativas de todos
Destaque Alma Livre
Ouça o podcast com a banda Alma Livre
acesse o link: http://webradio.ipso.org.br/player.php?id=378
Progama gravado em 07/11/2008
Entrevista para o Agenda Brasil (Dezembro/2010):
A mais completa agenda de shows no Brasil
Destaque no Palco Principal - Portugal (24/11/2010)

Entrevista para WebRádio Ilha (Março/2010):
Por Marcio Figueiredo
Em
mais uma surpresa que a Webrádio Ilha tem me proporcionado, conhecí recentemente
a banda Alma Livre. Posso dizer que dessa vez, não é um achado da rádio pois o
tecladista Naldinho se cadastrou no site e pude assim conhecer um pouco mais de
um reggae livre, sem preconceitos que vive fazendo através do entretenimento,
suas tentativas para um mundo melhor. De imediato, percebí que a banda se
encaixava na proposta da rádio. Sabemos que a música autoral no Brasil tem
pouquíssimos espaços, resolvemos então, fazer uma entrevista com a banda e
assim, ajudar na difícil tarefa de levar a frente mais um trabalho próprio em
nosso país de contrastes. Em contato conosco, estiveram o vocalista e
guitarrista Alves, que também é o compositor e o Naldinho que nos atendeu com
aquela energia positiva peculiar aos músicos sinceros e honestos com sua própria
música. Porém, para uma banda com nove anos de existência, podemos creditar as
respostas ao conjunto. Conheça então um pouco da banda Alma Livre.
WEBRÁDIO ILHA - Para você o que mais
caracteriza o reggae roots?
ALMA LIVRE - Nós do Alma Livre, achamos que, o que caracteriza o reggae roots é
a sua simplicidade somada a necessidade de expressar os sentimentos mais
sinceros de um povo, tribo ou nação, muitas vezes oprimidos não apenas pelo
sistema, mas pela pobreza, pela miseria, pela falta de amor e justiça.
WRI - Existe algum propósito maior em tocar no
Alma Livre e qual seria a maior ambição da banda?
AL - Nosso propósito como banda, é levar a nossa música ao alcance de todos, com
respeito pela inteligência de quem nos ouve, com empenho, dedicação, prazer,
alegria e gratidão pela vida.
WRI - No último novembro a banda completou
nove anos de existência e sabemos que dar continuidade a um trabalho musical no
Brasil é uma tarefa árdua. O que vocês costumam fazer para manter o entusiasmo
em tocar?
AL - Temos em nós que, apesar dos problemas e dificuldades, quando se busca algo
na vida além do que pode ser visto ou tocado, quando seus verdadeiros valores
estão acima daquilo que pode ser comprado ou vendido, quando você cultiva em sí
a certeza de que Deus esta ao nosso lado, então tudo fica mais fácil.
WRI - O cenário do reggae roots brasileiro é
promissor? Conte-nos um pouco sobre lugares disponíveis, união entre bandas,
aceitação de público e mais possíveis orientações que só uma banda com nove anos
de estrada possa passar aos mais novos.
AL - O cenário reggae roots no Brasil, não é exatamente o que se pode chamar de
promissor, reggae roots enfreta muitos desafios, preconceitos, falta de
credibilidade por parte das gravadoras e por consequência da própria midia, o
que acaba excluindo e confinando o reggae cada vez mais dentro de pequenos
guetos e tribos, claro que há muita gente empenhada em mudar esse quadro, porém
a união entre as bandas no Brasil é muito escassa, todos querem a fatia maior
pra sí mesmo, sem se dar conta que no final todos acabam perdendo. E para as
bandas novas que estão surgindo, nosso recado é que procurem produzir arte com
sabedoria com respeito, não apenas pra tirar onda, mas para expressarem seus
sentimentos, idéias e sugestões através da música útil e inteligente.
WRI - O site da banda informa que vocês
tiveram mais de 3000 downloads completos num site europeu de música livre e que
receberam propostas fora do país. Como foi o tramite dessa iniciativa em
disponibilizar a música de vocês para um foco de público internacional? Quero
dizer, como escolheram o site de download? É preciso saber outra lingua? A
expectativa de retorno foi alcançada?
AL - Bem, no final de 2006, gravamos o cd Hoje Eu Sei, que era mais uma demo na
verdade, não tinhamos intenção de comercializá-lo, começamos a divulgar e
mandamos pra alguns produtores estrangeiros, logo recebemos a proposta e convite
de um site europeu para disponibilizar nossa música na web, e assim fizemos,
alguns dias depois recebemos o convite para uma mini turne na França e Itália, o
que acabou não se concretizando por conta de alguns compromissos já firmados
aqui, e prazos muito curtos para envio de documentação, nossas expectativas com
a disponibilizaçao foram superadas, com todos os contatos e convites que
continuamos recebendo, o fato de falarmos outros idiomas nos ajudou muito a
manter um contato mais direto com pessoas do mundo inteiro que curtem nossa
música.
WRI - Outra questão que aflige muito as bandas
brasileiras é a troca de componentes. Vocês já tiveram problemas com isso? A
formação é a mesma nesses nove anos de vida?
AL - Essa questão aflige não só as bandas brasileiras, é comum receber notícias
de bandas no mundo inteiro se desfazendo ou trocando integrantes, o Alma Livre
com exceção do batera, que já é o quarto ou quinto, tem a mesma formacão desde o
início, é certo que este é um dos grandes problemas que muitas bandas enfrentam,
tanto bandas novas quanto bandas já consagradas. Com as bandas novas o problema
é maior, o início de carreira é muito dificultoso e muitos integrantes acabam se
desanimando e consequentemente desistindo.
WRI - Em relação a shows, quais os principais
festivais vocês participaram? Já tocaram com alguma atração internacional ou
consagrada no Brasil? Existe algum show em especial que vive no coração do
banda? O show do video "culpados" disponivel no youtube me pareceu uma
apresentação inesquecível, isso confere?
AL - Bem já tocamos com muita gente ao longo desses anos, em alguns festivais e
eventos como Festivais de Verão e Inverno - Litoral Norte, em Bertioga, Festival
Tocando na Vila - Sesc Vila Mariana, Os Melhores do Reggae - Expresso Brasil em
São Paulo - , Projeto Reggae S.Miguel, entre outros, ao lado de bandas como O
Rappa, Tribo De Jah, Alfa Blonde e Planta e Raiz.
O show culpados,
foi realmente um show muito importante pra nós, e apesar da falta de estrutura e
recursos, ele acabou nos proporcionando muita alegria e satisfação.
WRI - Vocês foram selecionados ano passado
pelo Programa do Luciano Huck para participarem do quadro "Olha minha banda". Eu
considero um privilégio considerável a julgar pelo numero de bandas existentes
no Brasil. Que tipo de retorno direto no trabalho da banda, vocês sentiram com
essa seleção?
AL - Nós ficamos muito felizes e surpresos, em uma semana os acessos nas páginas
da banda quadriplicaram, recebemos mensagem, elogios e apoio do Brasil inteiro,
foi muito importante para nós, acreditamos que bons frutos ainda virão através
do programa do Hulk, estamos contando com o apoio desse gigante para divulgação
a nível mundial do nosso trabalho, principalmente nesse ano de 2010 que
acreditamos será um ano de muitas realizações para nós.
WRI - Pra terminar, o que o Alma Livre planeja
para o ano de 2010?
AL - Agora em 2010, estamos lançando nosso novo disco, gravado em inglês e
espanhol, um disco cheio de novidades e surpresas, que com certeza criarão muita
polêmica entre as tribos por não ser um disco tradicional de reggae, mas mais um
apanhado de vários ritmos e estilos, valorizando a liberdade de expressão com
responsabilidade, mantendo o foco filosófico social, caracterizando e fazendo
jus ao nome Alma Livre.
OVERMUNDO

Destaque no site do Caldeirão do Hulk - Banda da Semana (Outubro/2009)

essasbandas.com.br (Setembro/2009)

continuação do texto:
A banda foi formada no
fim do ano 2000 e conta com Alves (voz e
guitarra), Gilvan (baixo), Naldinho (teclados), Chico (teclados),
Kleberson (bateria) e Sabiá (percussão). Para saber mais sobre eles,
ouvir as músicas e assistir os vídeos basta clicar nos links abaixo,
como você pode notar, não faltam canais de informação sobre a banda.
Nota 10!
Alma Livre no Reggae-live.com
(Maio/2007)

Entrevista para o Cantina Wiki (Setembro/2009):
CW:
Como e quando surgiu a banda
Alma Livre?
R. Em Novembro de 2000, o músico e compositor baiano Alves, influênciou seu irmão Naldinho a tocar um instrumento e dar inicio a formação de uma banda, alguns meses depois reencontrou, tocando na noite, seus antigos amigos Chicão, Gilvan e Sabiá, e os convidou para juntar-se a eles e formar a banda Alma Livre. Nestes anos de estrada passaram pela banda varios bateristas até a chegada do Kleberson o atual baterista da banda.
CW: Qual a razão do nome da banda?
Para expressar a necessidade de liberdade que o próprio nome
sugere, o livre arbitrio.
CW: No reggae esta pergunta pode parecer óbvia (Bob Marley), mas não custa fazê-la. Quais as influências da banda?
A banda Alma Livre começou como uma banda de reggae em 2000 , gravamos reggae até 2006, de lá pra cá começamos a explorar outras tendências que já existiam dentro da nossa musicalidade brasileira, já tinhamos composições em outros estilos e idiomas como inglês e espanhol. Hoje somos uma banda de música pop, sem um estilo unico definido, gravando desde reggae, rock a ritmos latinos, com influências de bandas e músicos como: Zucchero, Santana, Bob Marley, Luiz Gonzaga, Gilberto Gil, O Rappa, Eric Clapton, B.B.King entre outros.
CW: Como nascem as letras do Alma Livre?
As letras nascem das reflexões sobre os acontecimentos do dia a dia, dos relacionamentos e da necessidade de levar sempre uma mensagem de esperança e fé nas forças do bem.
CW: Vocês costumam ouvir outros artistas enquanto compõe?
Não.
CW: Existe uma visão, até certo ponto preconceituosa, que liga o reggae à maconha, como vocês enxergam isso?
Realmente há um preconceito muito grande que liga o reggae à maconha, não podemos negar que essa ligação existe, por conta das origens do reggae na Jamaica com os seguidores dos cultos Rastafari que não veem o uso da maconha como algo errado. Nós da Alma Livre também não vemos nada errado nisso, embora nenhum dos sete integrantes da banda faça uso de alcool, tabaco ou maconha.
CW:
Alma Livre por Alma Livre:
Alma Livre é a união de grandes amigos músicos buscando, além de viver do que gostam, contribuir com sua música para um mundo de igualdades, mais alegre e humano
.CW: Qual a maior dificuldade para atingir o sucesso?
As maiores dificuldades
para atingir o sucesso ao nosso ver são as dificuldades e os altos custos de
divulgação, a falta de apoio real dos órgaos do governo ligados a cultura e a
arte e a falta de investimentos por parte das gravadoras e produtoras.
CW: O que poderia mudar para melhorar essa situação? Políticas públicas, maior empenho das gravadoras ou apoio da mídia?
O Brasil até tem algumas leis que ajudam muitos artistas, mas a dificuldade de ser incluido nesses projetos é muito grande e burocratica, o que acaba excluindo muita gente, seria necessário simplificar e expandir a todos esses incentivos por parte do governo, quanto as gravadoras e a mídia, seria bom se hovesse uma abertura e investimento maior às novas idéias e um caminho mais direto pra se chegar até as pessoas que realmente possam fazer algo pela arte e pelo artista.
CW: O que os motiva a continuar tocando para atingir o sucesso?
O que nos motiva a continuar tocando é o desejo de levar a nossa mensagem e a nossa música a todos, de sentir que estamos contribuindo com nossa arte para um mundo melhor, mais alegre, mais fraterno e feliz.
CW: Algum show marcou vocês? Qual?
Um show que nos marcou muito aconteceu em S.Paulo no Centro de Tradições Nordestinas no final de 2007, quando tocamos para um público de 12 mil pessoas cantando conosco durante uma hora e meia todas as nossas músicas.
CW: Algum recado para seus fãs?
Qeremos dizer a todas as pessoas que curtem nossa música, a todos que acompanham nosso trabalho, muito obrigado pelo apoio, pelo carinho e dedicação. Quando paramos para compor uma música, quando fazemos um show, quando gravamos um disco, a nossa maior preocupação é fazer o melhor para oferecer a vocês.
Muito obrigado.
CW: Onde as pessoas podem ver seu trabalho e comprar CDs (Caso haja)? (Sites, blogs, lojas, etc.)
Através do site oficial da banda "
http://www.bandalmalivre.com.
Lojas Johnny B.Good Rua 24 de Maio, 116 -R.Alta - lj 14 e 19 - São Paulo,
Lojas Irie Look Rua dos Nhambiquaras, 1636 Moema São Paulo,
site Tocameusom:
http://www.tocameusom.com.br/
e site:
http://www.direitomusical.com
Flyer´s









